Talvez tenha sido por lendas, talvez por acontecimentos reais, não sei. Os motivos variam, mas o certo é que, ao longo da história da humanidade, alguns lugares do planeta viraram ícones de fim de mundo, inóspitos, distantes, inatingíveis para meros mortais.
É o caso de cidades como Timbuctu, Marrakesh e Bagdá, por exemplo. E também é o caso de uma região inteira para onde muitas pessoas mandam seus desafetos (pelo menos com palavras) sem nem saber que existiu de verdade: a Cochinchina. (mais…)
Você reparou ali em cima, né?
Sim, este blog tem um novo patrocinador. E, mais uma vez, é um patrocinador que me deixa muito feliz, porque é a cara deste espaço.
É a agência de viagens Islândia Brasil, especializada em levar brasileiros para a ilha mais incrível da Europa. (mais…)
Fale Jordânia e todo mundo vai pensar em Petra. Peça para as pessoas fazerem uma forcinha e elas vão pensar em areia e deserto. É justo. A Jordânia é menor do que o estado de Santa Catarina e tem 85% da área coberta por eles, os desertos.
No meio desse areião não dá para esperar encontrar uma Amazônia, é óbvio. Mas existem algumas poucas paisagens com verde, árvores, bichos e tal.
E pelo menos uma delas é linda demais da conta.
É a Reserva da Biosfera Dana, nada menos que o maior programa de preservação natural com desenvolvimento social do Oriente Médio. (mais…)
“A culinária é o resultado da luta entre um povo e a sua terra”.
Quem me disse isso foi Nasrin Haddad Battaglia, iraniana de Teerã, chef do antigo restaurante Amigo do Rei e especialista em cozinha persa.
Considerando que o Irã tem sei lá quantos climas e sabe-se lá quantos solos diferentes, dá para imaginar que a luta que gerou a culinária persa foi muito feia. Mas, pelo pouco que eu pude provar nos pratos da Nasrin, foi vencida pelo povo com um nocaute incontestável. (mais…)
Se você estiver pensando em ir para Luang Prabang, no Laos, considere fortemente fazer isso na primeira metade de abril.

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Sim, o Laos é quente como o 5º subsolo do inferno nessa época. Mas é justamente por causa do calor que você vai experimentar um momento muito divertido no país e, principalmente, na cidade: as comemorações do Bun Pu Mai Lao – o ano-novo laosiano.
Para ver o Tesouro – aquela fachada esculpida que é maior atração de Petra – você precisa percorrer uma longa trilha por entre um desfiladeiro, dentro de um parque arqueológico.
Durante a caminhada, as paredes do desfiladeiro ficam tão altas e tão próximas que impedem que você veja algo além de céu e pedra vermelha ao seu redor. Em alguns pontos, o ambiente chega até a ficar escuro.
Então, uns 30 minutos depois, você chega no Tesouro. Seu coração sai pela boca, seu queixo cai, você chora, se arrepia e passa horas olhando para aquela maravilha.
Mas o Tesouro também está no meio do desfiladeiro e você ainda não sabe o que mais existe por ali. Você segue adiante e, à medida em que caminha, percebe que Petra é uma área gigantesca, cheia (repleta, atrolhada!) de esculturas, fachadas, grutas e construções lindíssimas.
Petra é exatamente como a Jordânia. Ambos são um lugar que a maioria das pessoas conhece apenas pelo Tesouro, mas quando você começa a seguir a curiosidade e a passear por eles, descobre que existe mais.
Muito, muito mais. (mais…)
No meio da longa birra entre Irã e Estados Unidos, é bastante compreensível que você imagine que nenhum norte-americano seja bem visto no país dos aiatolás.
Mas isso não é verdade, e a melhor prova está em Tabriz, a 5ª maior cidade iraniana.

qiv (CC BY-SA 2.0)
Lá, em um prédio histórico, existe uma grande homenagem a um ianque legítimo, considerado um herói e um mártir do país.
Seu nome é Howard Baskerville. (mais…)
Se você entrou aqui entre os dias 18 de março e 1º de abril, deve ter visto que este blogueiro passou 10 dias perambulando pela Jordânia, a convite da Jordan Tourism Board.
Estou louco para postar os relatos da aventura pela terra da rainha mais bonitona da atualidade, mas, antes de começar, quero explicar para você o que é essa história de viajar a convite, como o Gabriel Quer Viajar enxerga isso e como uma viagem deste tipo influencia nos posts sobre ela mesma.
Me acompanhe.
Vale destruir uma câmera por uma bela sessão de fotos?
Essa é a pergunta que eu sempre me faço quando vejo imagens do festival mais colorido da Índia, o Holi.

Copyright Soumya Bandyopadhyay Photography
A época do ano em que eu mais me questiono sobre o assunto é justamente essa agora, entre março e o início de abril, depois que o Holi acontece pelas ruas indianas e nepalesas (com respingos também nas ruas de Bangladesh, do Paquistão e onde mais houver comunidades hindus) e, consequentemente, quando as fotos dele invadem sites como o In Focus e o Big Picture, me fazendo babar feito um cachorro.
Veja essas imagens. (mais…)
Post rápido, apenas para dizer que este blog ficará inoperante até o dia 1º de abril.
O motivo é simples e nobre: o autor viajou e, como ele toca essa bagaça sozinho e ainda trabalha de segunda a sexta, não conseguiu deixar posts prontos para publicação automática.
O destino da viagem? (mais…)