Gastronomia
“A culinária é o resultado da luta entre um povo e a sua terra”.
Quem me disse isso foi Nasrin Haddad Battaglia, iraniana de Teerã, chef do antigo restaurante Amigo do Rei e especialista em cozinha persa.
Considerando que o Irã tem sei lá quantos climas e sabe-se lá quantos solos diferentes, dá para imaginar que a luta que gerou a culinária persa foi muito feia. Mas, pelo pouco que eu pude provar nos pratos da Nasrin, foi vencida pelo povo com um nocaute incontestável. (mais…)
(Post publicado originalmente em algum dia de algum tempo atrás no antigo blog.)
É normal escutar pessoas dizendo que fogem de McDonald’s quando estão no exterior. Parece que comer nas lanchonetes americanas é uma vergonha, uma mancha no currículo de um verdadeiro viajante. Nem mesmo a piada de pedir um “royale with cheese” ou um “le Big Mac” na França parece ser permitida.
Eu tenho outra percepção sobre o assunto. Para mim, o McDonald’s é a melhor primeira refeição que se pode fazer quando se chega em algum país – e vou explicar o motivo.
Essa eu tirei da Super: alimentos estranhos ao redor do mundo.
(Não coloquei as fotos dos pratos para não causar mal-estar em ninguém. Quem quiser ver como eles são só precisa clicar nos nomes.)
Quando eu tinha uns, sei lá, 9 anos, a casa dos meus pais era cheia de porquinhos da Índia que eu e meus irmãos “criávamos”. Nunca imaginei que eles pudessem dar bons churrasquinhos.










